Rogue One expande corajosamente o universo Star Wars

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Análise a seguir não contém spoilers de Rogue One: Uma História Star Wars.

Rogue One: Uma História Star Wars marca oficialmente um novo capítulo no universo Star Wars… e isso, é algo corajoso e ao mesmo tempo um grande risco para a Lucasfilm.

Em Star Wars: O Despertar da Força, foram lançados personagens que o público veio conhecer ao longo de várias gerações, transformando-os em novos favoritos dos fãs. Já Rogue One é bastante diferente e realmente abraça essa diferença. O longa corajosamente introduz novos personagens, elementos da história e um estilo visual que é simplesmente impressionante!

O diretor Gareth Edwards tinha uma tarefa monumental com este filme. Ele teve que criar uma peça original que não só expandiu o universo Star Wars, mas que conecta-se diretamente com Star Wars: Uma Nova Esperança. Ele alcançou ambos com Rogue One! É como se o mundo de Star Wars tivesse se tornado infinitamente maior, com mais histórias à espera de serem contadas.

Edwards tem discutido abertamente que ele queria fazer um filme de guerra e Rogue One não evita esse ambiente e mostra o quão verdadeira e devastadora é a guerra. As sequências de ação e efeitos visuais transportam o público diretamente nas linhas de frente de cada batalha.

Rogue One vai ser lembrado por sua ação e efeitos visuais, mas o coração deste filme pode ser encontrado dentro de nossos personagens principais, que partiram na missão de roubar os planos para a Estrela da Morte. Se o público não se preocupa com esses personagens, o filme perde seu ímpeto para o terceiro ato. Felicity Jones, Diego Luna, Riz Ahmed, Jiang Wen e Donnie Yen, tiveram um desempenho excepcional. Luna e Yen sendo dois dos destaques claros.

Embora grande parte da ação se concentra em nosso grupo de rebeldes, O Império tem uma presença ameaçadora ao longo do filme e que é entregue através de Orson Krennic (Ben Mendelsohn) e Darth Vader. Obervando Darth Vader, mais uma vez nas telonas, é notório que ele seja um dos vilões mais poderosos e impactantes de todos os tempos.

O que o público não pode esperar a partir deste filme da franquia Star Wars, é que Edwards equilibre um tom intenso, um lado nefasto com ‘leveza’ e, humor. O humor não tira a sensação geral de um filme de guerra, mas sim, amplifica e contrasta esses momentos intensos. Um dos personagens mais engraçados e mais sinceros é K-2SO, interpretado por Alan Tudyk. Tudyk tem um desempenho de destaque ao longo do filme e seu dróide se torna instantaneamente memorável ao lado de BB-8 e R2-D2.

Rogue One não é um filme perfeito. Às vezes sentimos um ritmo apressado e determinados caracteres são subutilizados. Além disso, se você é novo para a franquia Star Wars, você pode sentir-se um pouco para trás na história e nos Easter Eggs.

Independentemente disso, é evidente que Edwards é um fã da franquia e queria entregar um filme que os fãs pudessem realmente apreciar. Rogue One nos traz a sensação de um filme de guerra, mas contém coração, paixão e acima de tudo a esperança. Essa é a história ambientada no mesmo universo ficcional de Star Wars que os fãs estavam esperando.

Em um momento de conflito, onde um grupo de heróis improváveis ​​se unem numa missão para roubar os planos da Estrela da Morte, arma final de destruição do Império. Este evento-chave na linha do tempo Star Wars reúne pessoas comuns que optam por fazer coisas extraordinárias, e ao fazê-lo, tornar-se parte de algo maior que eles mesmos.

Rogue One: Uma História Star Wars está em cartaz nos cinemas nacionais desde a última sexta-feira (16).

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