Esquadrão Suicida atinge a marca dos US$ 465 milhões em bilheteria

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Esquadrão Suicida segue comandando a bilheteria global e em seu segundo fim de semana, acumulou nada mais nada menos que US$ 465,4 milhões (pouco mais de R$ 1,4 bilhões) em todo o mundo desde que começou a ser exibido nos cinemas.

Segundo o Variety, a Warner Bros. investiu cerca de U$ 175 milhões para fazer o filme, além de outros milhões para comercializar e distribuir Esquadrão Suicida pelo mundo. Ou seja: em duas semanas, a Warner já cobriu os gastos com o filme e até o momento lucrou US$ 290 milhões.

Bilheteria americana

Apesar de ter ficado com a primeira posição da Bilheteria dos EUA, o filme caiu 67% em sua segunda semana nos cinemas, arrecadando US$ 43,8 milhões – uma queda menor, se comparada ao Batman Vs Superman – A Origem da Justiça, que encarou uma redução de 69% entre sua primeira e segunda semanas de exibição.

Outras bilheterias

Enquanto isso, no Brasil, o filme se manteve bem, arrecadando mais US$ 23 milhões, atingindo a marca de US$ 58,7 milhões em territórios internacionais. Foram 62 países que contribuíram para o valor, incluindo também Reino Unido (US$ 29 milhões), México (US$ 19 milhões), Rússia (US$ 18 milhões) e Austrália (US$ 17 milhões).

A queda de público e arrecadação nas bilheterias internacionais foi de 56% – um pouco maior se comparada à Guardiões da Galáxia (que caiu 40,5%) e Deadpool (36%). Por isso, agora vai ser interessante observar o que acontece nessa terceira semana de exibição.

Vale ressaltar que a exibição do filme foi negada na China, privando a Warner Bros. de ter até US$ 100 milhões na receita dentro do segundo maior mercado do mundo para o filme.

Sobre o filme

O longa é considerado como o filme mais divertido e colorido que a Warner Bros já produziu para o Universo Estendido da DC.

Situado logo após os eventos de “Batman Vs Superman” (Warner), o longa começa com o funeral do Superman e o estranho sumiço do Batman. Então, a ambiciosa Amanda Waller (Viola Davis), oficial de inteligência dos EUA, vê a oportunidade perfeita de apresentar sua Força Tarefa X aos chefes do governo como opção de proteger o país de meta-humanos. A ideia é recrutar os sujeitos mais desprezíveis e vilanescos do qual se tem ciência para lutarem contra uma ameaça maior.