8 fatos curiosos que você deve saber sobre Black Mirror

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A série tem até agora 3 temporadas - a última com 6 episódios e lançada na Netflix

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Black Mirror é uma das séries britânicas mais destacadas dos últimos tempos em todo o mundo, e desde a sua estreia em 2011, deu muito o que falar, não só porque alguns de seus episódios são verdadeiramente fascinantes e perturbadores, mas também porque é a série que mais tentou discutir e questionar alguns aspectos da sociedade de hoje, principalmente nosso relacionamento com a tecnologia e suas possíveis consequências.

A série tem até agora 3 temporadas – a última com 6 episódios e lançada na Netflix – mais um especial de natal lançado no final de 2014. Então, se você não viu, corre que dá pra recuperar o atraso.

Sem mais delongas, irei disponibilizar 8 fatos curiosos sobre Black Mirror. Espero que gostem!

8 – Por que nomearam a série de “Black Mirror”?

Charlie Brooker explicou em uma entrevista o conceito por trás do título: “O espelho negro é o que você pode encontrar hoje em cada parede, em cada mesa, na palma de cada mão. A tela fria e brilhante de uma TV, um smartphone ou um monitor.”

7 – Conceito geral

Na mesma entrevista, o criador da série acrescentou: “Se a tecnologia é uma droga – e certamente às vezes ela age como uma droga – então quais são seus efeitos colaterais? Esse campo, entre prazer e desconforto, é onde a série se move.”

6 – Base da trama

O trecho acima, é a ideia geral que teve o criador, e serviu como um norte para os episódios, que em termos de trama e personagens, são autônomos e independentes uns dos outros.

Por isso, Black Mirror concentra-se na ansiedade que domina a nossa sensação diante do mundo moderno, e tem histórias com um ar de “techno-paranoia”. Além disso, o criador acrescenta que é uma parábola ideal para os tempos de Facebook e Twitter.

5 – Notoriedade internacional

Através do marketing boca-a-boca, a série tornou-se cada vez mais popular fora das fronteiras, e muito mais depois de ter sido incluída no catálogo da Netflix.

Até mesmo Stephen King elogiou a série através do Twitter: “Adorei o Black Mirror. Terrível, engraçado, inteligente. É como The Twilight Zone, mas com mais conteúdo adulto”.

4 – Adaptação ao cinema

Além de atuar como o Homem de Ferro, Robert Downey Jr. possui sua própria empresa de produção, com a qual ele está começando a fazer projetos de filmes (seu primeiro filme foi The Judge, estrelado por ele e Robert Duvall).

Um dos projetos que Downey quer realizar é a adaptação do episódio intitulado “The Entire History of You” (o terceiro da primeira temporada e um dos melhores da série).

Neste episódio, localizado em um futuro não tão distante, todas as pessoas implantaram um chip atrás da orelha que lhes permitem gravar tudo o que fazem, veem ou ouvem, e depois reproduzi-lo. Obviamente, isso não é necessariamente bom e pode ter muitas consequências não intencionais.

3 – Elemento comum

Como já mencionamos, todos os episódios do Black Mirror são completamente independentes um do outro e não têm um ponto comum, exceto o fato de se espalhar pela tecnologia e seus efeitos colaterais possíveis e prováveis. De acordo com Brooker, no entanto, a possibilidade de fazer a série foi tratada para que os episódios tivessem algum tipo de link ou elemento em comum.

2 – China

Black Mirror provou ser especialmente popular na China, onde tem uma audiência muito maior do que qualquer outra série de drama americana, e onde foi amplamente discutido e comentado. O jornal chinês The Beijing News descreveu a série como “o apocalipse do mundo moderno”, e chamou-o de “desesperado, mas profundo”.

1 – Especial de Natal

O único especial de Natal de Black Mirror foi intitulado “White Christmas”: dura 90 minutos e explora conceitos como “bloquear” as pessoas na vida real, do mesmo modo que pode ser feito em redes sociais ou reduzir uma pessoa – sua essência ou sua consciência – para um dispositivo eletrônico do tamanho de uma bola de golfe.

Jon Hamm, um dos protagonistas deste episódio (juntamente com Oona Chaplin e Rafe Spall), e uma das estrelas da televisão americana (tocada por Don Draper em Mad Men ), chegou ao White Christmas, por acaso.

Ele só viu os episódios anteriores de Black Mirror e revelou que “gostava muito deles”, então ele perguntou a seu agente se ele poderia fazer uma consulta com seu criador, sem saber que ele estava produzindo o especial de Natal. Quando se conheceram, Charlie Brooker sentiu que Jon Hamm era ideal para o papel que estava escrevendo.

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